Modelos de negócios: como será o mundo pós-pandemia?

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Desde o início da pandemia de Covid-19, muito se fala que o mundo pós-coronavírus não será o mesmo. Afinal, é bastante provável que hábitos e protocolos adotados durante a crise sejam mantidos a longo prazo. Consequentemente, tal realidade impactará também as práticas do mundo corporativo.

Afinal, novos comportamentos e hábitos de consumo demandarão outros modelos de negócios. Assim, empresas de todos os tamanhos devem estar atentas a tais mudanças para não perderem relevância no mercado. Confira, a seguir, três pontos que devem ser levados em conta nas estratégias pós-pandemia.

 

Forte presença digital

A presença digital de marcas já vinha sendo altamente recomendada, mas agora tornou-se mandatória. Durante o período de isolamento, muitas pessoas que ainda resistiam às compras online, por exemplo, passaram a adotar esse hábito. E esse novo comportamento dificilmente será deixado de lado daqui para frente. Isso, claro, não significa que comércio e serviços em seu formato tradicional deixarão de existir, mas reforça a necessidade de adaptação. Terão vantagens os modelos de negócios que atuem de forma online e offline, em linha com as expectativas dos consumidores.

 

Produtos mais relevantes

A quarentena imposta pela pandemia dificultou o acesso a bens e serviços, inclusive paralisando linhas de produção. Porém, alguns setores mantiveram as atividades – e isso fez com que muita gente questionasse seus próprios hábitos de compra. O que, de fato, é essencial? Obviamente, a resposta a essa pergunta varia de pessoa para pessoa, mas indica uma tendência. É plausível que o consumo passe a ser mais consciente, menos superficial, exigindo a reestruturação de modelos de negócios.

Portanto, cabe às empresas atender a essa nova demanda com produtos e serviços que sejam, de fato, significativos para seus clientes.

 

Processos internos modernizados

Assim como o atendimento ao consumidor, a organização e os procedimentos internos das empresas deverão sofrer modificações. A adoção emergencial do trabalho à distância, por exemplo, mostrou que o home office pode ser, sim, sinônimo de produtividade.

Dessa forma, modelos de negócios adequados à nova realidade tendem a ser mais flexíveis. A presença física de colaboradores no escritório poderá ser requisitada apenas quando realmente necessária. O trabalho remoto, aliás, deve favorecer a gestão horizontal, onde os funcionários têm mais autonomia.

 

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Foto: iStock/NicoElNino

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