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Metaverso: a próxima etapa na colaboração remota de equipes

Lovely African American teen girl trying to interact with virtual reality while standing near concrete wall under bright light

Antes da pandemia, o trabalho remoto era algo um tanto inesperado para empresas de diversas áreas. Porém, com as adaptações necessárias à contenção do coronavírus, o mundo dos negócios precisou acelerar processos e abraçar inovações. Agora, enquanto algumas startups avaliam os prós e contras de manter este modelo de atuação, muitos profissionais buscam flexibilidade. Afinal, para além do home office, o anywhere office é outra forma de trabalho que ganha força. Aliás, bem como conceitos que surgem para apoiar e suprir limitações do distanciamento físico, como o metaverso.

Apesar de não ser algo novo, o termo metaverso ainda é um pouco desconhecido do público em geral. No entanto, sua ideia surgiu a partir de um romance cyberpunk de 1992, o Snow Crash, de Neal Stephenson. Em resumo, a ideia representa a possibilidade de acessar uma realidade paralela – em alguns casos, ficcional. Desse modo, as pessoas podem participar de uma experiência de “imersão”. Ou seja, tecnicamente, o metaverso não é algo real, mas busca emular uma sensação de realidade. Inclusive, possui toda uma estrutura no mundo real para isso.

 

O que é o metaverso?

Embora pareça habitar o mesmo nível da realidade virtual (VR, na sigla em inglês), o metaverso está mais próximo da realidade estendida (XR). Afinal, nada mais é do uma fusão do mundo real e virtual possibilitada pela complementação de tecnologias. Aliás, um item indispensável para explorar este ambiente híbrido são os óculos de realidade virtual. Certamente, o acessório ainda não é tão comum, nem financeiramente acessível a todos. Mas, em breve, a expectativa é a de que seu uso possa se tornar massivo. Principalmente porque os avanços tecnológicos devem permitir seu barateamento.

Consequentemente, mais pessoas serão atraídas a explorar o metaverso. Este, por sua vez, permitirá criar avatares, interagir com amigos, fazer compras, reuniões e até “ir” ao trabalho e à escola. Aliás, o aumento do interesse de empresas na criação de espaços virtuais para encontros já configura uma espécie de metaverso. Mesmo que uma imersão total num mundo gerado por computador ainda esteja um pouco distante. Assim, já no início desse processo, é possível vislumbrar um futuro ainda mais brilhante em relação à colaboração remota. Especialmente porque o metaverso já existe há bastante tempo, especialmente no universo dos videogames.

Por exemplo: o Second Life é um dos ambientes digitais precursores da criação de avatares e interações sociais. Porém, exigia grande capacidade de processamento num momento em que as conexões de internet eram lentas. Depois, títulos mais recentes trouxeram elementos da “vida real” para o virtual com muito sucesso. São os casos de Roblox e Fortnite (que já promoveu até shows de cantores famosos dentro do jogo).

Outra questão relevante e atual é a grande proposta do Facebook para promover a transformação do metaverso. Não apenas como um ambiente de entretenimento, mas, principalmente, como serviço. Desse modo, é válido acompanhar as novidades apontadas pela plataforma em seu Horizon Worlds.

 

Como o metaverso poderá beneficiar sua empresa

Muitos gestores ainda se perguntam sobre como serão as relações de trabalho no pós-pandemia. Aliás, no mundo corporativo, circulam muitos mitos sobre a flexibilização de horários e locais de atuação, principalmente em relação à colaboração direta. Afinal, muitas vezes o contato face a face torna-se relevante ou até indispensável para a resolução de problemas.

Nesse sentido, o metaverso representa justamente a solução para preencher a lacuna entre os espaços físicos e virtuais. Aliás, talvez possa tornar a comunicação remota tão boa quanto as situações reais – ou até melhor, em determinados aspectos. Ainda mais que a chegada do 5G deve ajudar a tornar os gráficos mais realistas. Ao mesmo tempo, o uso dos óculos de realidade virtual podem oferecer melhor custo-benefício do que programações presenciais. Afinal, muitas vezes os eventos físicos demandam grandes investimentos, inclusive em segurança.

Em breve o metaverso poderá ser a alternativa para treinamentos, congressos, reuniões e o próprio trabalho remoto. Isso porque a colaboração remota ainda é uma experiência bastante complexa atualmente. No entanto, milhares de aplicativos e plataformas têm contribuído para que as equipes possam atuar numa grande variedade de projetos. Inclusive, com a Apple, o home office é garantia de sucesso e produtividade. Afinal, as possibilidades da suíte iWork, ofertada gratuitamente, são imensas – e perfeitas para o dia a dia profissional. E o metaverso promete ser “o próximo nível” para complementar as experiências de colaboração, planejamento e comunicação.

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Foto: iStock/ max-kegfire

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